Service Standardization

Toda entrega é um pouco diferente. Você se adapta ao cliente, o que é bom—mas quando nada é repetível, você não consegue delegar ou escalar. Padronização de serviço é criar formas consistentes e repetíveis de entregar seu serviço. Mesma estrutura, mesmos checkpoints, mesma definição de "pronto." Permite delegação e scaling porque "bom" está definido—outra pessoa pode rodar o processo e você segura a barra num portão de qualidade.

Mesmo serviço, padronizado. Um coach que roda toda sessão diferente não consegue delegar. Um que define um fluxo—intake, framework, follow-up—e treina um associado para rodar consegue. O coach faz supervisão e os casos complexos; o associado roda o fluxo padrão. Um consultor que entrega um relatório diferente toda vez continua o gargalo. Um que padroniza estrutura (seções, tom, resultados-chave) pode delegar o primeiro rascunho; ela faz a revisão e a conversa com o cliente. Padronização não significa rígido—significa definido. Você ainda pode adaptar dentro da estrutura.

Mesma estrutura, mesmos checkpoints, mesma definição de pronto. Aí outra pessoa pode rodar.

Como padronizar

  1. Defina os passos. O que acontece do início ao fim? Intake → X → Y → entrega. Escreva (SOP, documentação). Os passos viram o padrão.

  2. Defina "pronto." O que o cliente recebe? Como é "bom"? Quando isso está claro, você pode adicionar um portão de qualidade—o trabalho é revisado contra o padrão antes de entregar.

  3. Segure a barra. Você (ou um lead designado) é dono do portão. Padronização permite delegação; o portão garante qualidade. Não pule o portão.

Por onde ir

Documentar o processo SOP, documentação
Passar a entrega adiante delegação, garantia de qualidade
Empacotar a oferta produtização, serviço produtizado

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