Service Standardization
Toda entrega é um pouco diferente. Você se adapta ao cliente, o que é bom—mas quando nada é repetível, você não consegue delegar ou escalar. Padronização de serviço é criar formas consistentes e repetíveis de entregar seu serviço. Mesma estrutura, mesmos checkpoints, mesma definição de "pronto." Permite delegação e scaling porque "bom" está definido—outra pessoa pode rodar o processo e você segura a barra num portão de qualidade.
Mesmo serviço, padronizado. Um coach que roda toda sessão diferente não consegue delegar. Um que define um fluxo—intake, framework, follow-up—e treina um associado para rodar consegue. O coach faz supervisão e os casos complexos; o associado roda o fluxo padrão. Um consultor que entrega um relatório diferente toda vez continua o gargalo. Um que padroniza estrutura (seções, tom, resultados-chave) pode delegar o primeiro rascunho; ela faz a revisão e a conversa com o cliente. Padronização não significa rígido—significa definido. Você ainda pode adaptar dentro da estrutura.
Mesma estrutura, mesmos checkpoints, mesma definição de pronto. Aí outra pessoa pode rodar.
Como padronizar
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Defina os passos. O que acontece do início ao fim? Intake → X → Y → entrega. Escreva (SOP, documentação). Os passos viram o padrão.
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Defina "pronto." O que o cliente recebe? Como é "bom"? Quando isso está claro, você pode adicionar um portão de qualidade—o trabalho é revisado contra o padrão antes de entregar.
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Segure a barra. Você (ou um lead designado) é dono do portão. Padronização permite delegação; o portão garante qualidade. Não pule o portão.